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Resultado das aulas de direito

terça-feira, dezembro 01, 2009 , 1 comentários

Direito é arte!


Quando existe falta de capacidade de concentração, dá-se asas à criatividade.

Já é sobejamente conhecido o facto da Ana do Ar (nome artistico) e o Fábio (eu próprio) terem uma relação de amor/ódio constante. Agora, para além de presencial, também no papel.

P.S.: Há exame na sexta-feira e vamos todos tirar 20!

Artista: Benedita

Helenaversário!

quarta-feira, março 18, 2009 , 3 comentários

A Helena fez anos no passado dia 15 de Março! Não vou dizer quantos, porque não é de bom tom, afinal ela é uma senhora. Mas isso também não é relevante, o que realmente interessa é que houve ramboia!

Fomos a um restaurante turco perto dos Aliados, cujo nome não me lembro, mas era um sítio muito acolhedor e agradável. Pedimos umas entradas com nomes estranhos, assim como os seus ingredientes, a pior de todas era mesmo a folha de videira, mas a aniversariante adorou, por incrível que pareça! Jantamos refeições um pouco mais normais (pelo menos ao que tudo indica), que eram saborosas.

Depois seguimos para o Pixote, um sítio um tanto quanto deprimente, mal frequentado q.b., mas a companhia era boa e por isso passou-se bem o tempo. O que é facto é que me conseguiram pôr em cima do palco a cantar "Pobres dos Ricos" da nossa saudosa Floribella, e eu não estava bêbado, fará se estivesse!

Ficam algumas fotos do evento:

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E no Pixote foi assim... A única voz que se ouve é a do Daniel, porque ele deve achar que canta bem. A Helena, muito sóbria devo sublinhar, juntou-se a nós no final da festa acompanhada da sua colega da G-Star!


Pobre dos Ricos - Mandafocas

Not a "Celsão" post!

quarta-feira, março 18, 2009 , , 3 comentários

Já sinto saudades das iniciais viagens de metro a contemplar a paisagem, das conversas jogadas fora, das gargalhadas sem sentido, dos sorrisos e dos abraços, dos cafés na máquina da entrada, das filas intermináveis do multibanco, de falar sobre tudo e sobre nada e de criticar tudo e nada, das cantorias, dos planos que fizemos de viagens loucas, da cumplicidade que criamos, de trocar palavras amigas e conselhos, das histórias inimagináveis do Daniel, dos insultos aos "mandafoca" machos, de falar "portinglês" com o pessoal de ERASMUS, de rir... rir descontroladamente, até não poder mais.

Já sinto saudades de pessoas tão bonitas, que fazem de um lugar tão feio, um sítio formidável para estar. Pessoas que há bem pouco tempo eram perfeitos desconhecidos, mas que agora me conhecem tão bem.

Permanece a esperança de que não nos perderemos no tempo...

Sabe bem sentir-me relevante.

Helena diz: "Não quero ser egoísta, é verdade que te queria do meu lado... mas como já te disse MERECES CC, mesmo!"
... o meu professor favorito falta mais uma vez à aula.

Por mais que eu tente ser condescendente com esta situação, é impossível compreender a atitude e postura deste senhor. Ora, pelas minhas contas, em 6 aulas ele deu 2, o que é de facto extraordinário. Estou estupefacto! Continua a surpreender-nos de dia para dia.

/Editado para não ferir susceptibilidades.

Eu nem sequer me estou a queixar do facto dele ser um mau professor. O problema é que ele nem aparece na faculdade, não posso sequer avaliar a sua qualidade como docente, mas é certo que nas poucas aulas que dá, não se aprende nada de jeito.

Estudar no ISCAP é...

sexta-feira, março 06, 2009 , 8 comentários

... Espectacular!

Crónica de um ex-frustrado

sexta-feira, fevereiro 06, 2009 , 7 comentários

Há coisas incompreensíveis. Ou talvez existam coisas que não são mesmo para se perceber em primeira instância. Percebemo-las mais tarde, altura em que damos o devido valor ao que aconteceu, por ter sido positivo para a nossa vivência. Sei muito bem o que pretendo dizer a seguir, mas não sei como vou fazê-lo. Quero expressar-me de maneira a que todos me entendam, mas não sei a forma ideal para o fazer. Já percebi pouco do assunto sobre o qual vou falar, mas agora acho que o entendo perfeitamente. Ou se calhar, ainda tenho muito para entender.

Dia 15 de Setembro de 2008 apanhei uma grande desilusão. Não entrei no curso que tinha colocado como 1ª opção, pese embora tivesse uma excelente média. Achei tudo aquilo para lá de injusto, mas as coisas são mesmo assim. Preferi encher-me de esperança e depositar toda a minha confiança na segunda fase do concurso, com uma média ainda mais alta, tinha maiores possibilidades de entrar. Enquanto isso, andava a pavonear-me no ISCAP, ostentando o meu ego, carregadinho de certeza que na segunda fase é que era! Abandonei a praxe, não me interessavam as aulas e pouco me importavam as pessoas, porque afinal, eu ia sair dali! Mas não saí. Dia 13 de Outubro a desilusão foi ainda maior: por 0,09 se entra, por 0,09 se fica de fora. Optei então por me revoltar, uma vez que a fé que tanto apregoava me tinha traído.
Hoje, passados 4 meses, consigo entender claramente a razão pela qual tudo isto aconteceu. Existem pessoas que precisamos mesmo de conhecer e existem momentos que precisamos mesmo de passar. Hoje, sou uma pessoa melhor, e estou rodeado de pessoas que me colocam um sorriso na cara, mesmo quando tudo corre mal. Posso não estar muito mais rico em conhecimento, mas em relações humanas estou milionário. Fui presenteado com o mais puro e verdadeiro tipo de amizade.
A todos vocês, que me fazem gostar do ISCAP, apesar do professor de Comunicação Institucional passar a aula a falar sobre a Casa da Música, e apesar de constar do plano de estudos de TIC esse grande programa de nome “FrontPage”, um MUITO OBRIGADO! Agradecimentos especiais por me acompanharem na vivência da amizade estúpida, pateta e desiquilibrada. Somos de comunicação e basta, somos estúpidos, patetas e desiquilibrados, mas a amizade é pura e para a vida. Hoje em dia, há quem seja amigo por conveniência. Graças a Deus, tenho a sorte de não ter amigos desses no meu círculo. Realmente é preciso muito pouco para ser feliz e, por incrível que pareça, no ISCAP eu sou feliz!

Aplica-se então a máxima "tudo acontece por um motivo". Não há que perceber tudo, há sim que ser receptivo a mudanças de planos e à possibilidade de seguirmos caminhos que não tinhamos imaginado seguir. Há coisas que não são para perceber, são para viver.

P.S.: Agradecimento especial à Benedita (a.k.a Bene) e à Helena (a.k.a Uzina) pelo passeio no Norte Shopping, mesmo tendo eu perdido no Bowling contra ambas, e por terem servido de inspiração para esta crónica, se é que podemos chamar isto de crónica.